SOCIEDADE MINEIRA DO CHITOTOLO COM COMPORTAMENTOS DO REGIME DO SALAZAR – ESCRAVATURA NA ERA MODERNA

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A Sociedade Mineira do Chitotolo, passa por um momento crítico nas suas operações, tanto mineiras e logísticas, coisa de tal modo que assusta e deixa os seus trabalhadores assustados e preocupados.

Com a vinda do novo D.O.M (Director de Operações Mineiras) Carl Nieaman, e com o novo Secretariado Sindical, parecia que os anos de pesadelo tinham terminado, mas tudo não passava de um golpe e um jogo de mestria calculado pelo então D.A Director Administrativo) Augusto Mota, a.k.a o SALAZAR, que, em conluio com o 1° Secretário Sindical, têm atrasado os processos pré-definidos com a direcção da empresa, em processo de reajuste salarial (funcionários de base e operadores de maquinas ultra-pesado que ganham em média 280.000,00) e redução de tempo de trabalho.

Actualmente, um funcionário da mesma empresa, trabalha 120 dias por cima de uma máquina sem condições de higiene e segurança, fazendo assim 60 dias no turno da noite e 60 dias no turno matinal (12 horas por dia, das 5h as 17h e 17 as 5h), sendo a maior mina em depósitos secundários – aluvião, que prevê um faturamento bruto de 160 milhões de dólares americanos, produzindo mais de 315 mil quilates. 

Após a nossa entrevista, alguns trabalhadores alegam perseguição por parte do sr. Augusto Mota, que tudo faz para implantar seus ideais de SALAZAR, atualmente cria manobras para que nenhum processo de avaliação salarial chegue no final, afim de serem esquecidos e posteriormente arquivaados no forno.

Segundo a massa trabalhadora, pedem a sua demissão e uma intervenção rápida do Conselho de Gerência da empresa encabeçada pelo Sr. Arthur Gonçalves que possa aliviar os ânimos dos mesmo.

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